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Saem as “mochilas espiãs”, entra um mini-zepelin. Com 10 metros de extensão por 2,6 de altura, um pequeno dirigível será o “big brother” responsável por detectar irregularidades neste Carnaval de rua, a partir de 16 de fevereiro.
Ele foi apresentado pelo presidente da Riotur, Antônio Pedro Figueira de Mello, para flagrar ” ambulantes ilegais e mijões”, além de ajudar a organizar transtornos e engarrafamentos nos principais blocos.
Sustentado por gás hélio -sem cheiro e não inflamável -, o dirigível terá capacidade para voar por até três horas, a 30 metros de altura.
De acordo com a Riotur, o novo equipamento substituirá as “mochilas espiãs”, usadas no ano passado, por permitir maior campo de visão.
A prefeitura estuda a a forma mais rápida de envio das imagens ao Centro de Operações, para monitorar os blocos em tempo real.
800 mil até o dia 16
Dos 4,5 milhões de foliões previstos nos blocos, 800 mil são esperados em 151 desfiles no período pré-carnavalesco: 2 a 16 de fevereiro, pelo planejamento da Riotur.
Os carros de som só poderão ter potência até 15 mil watts e altura máxima de 15 metros – nesse caso para evitar acidentes como o que matou Camila Nunes, 21, eletrocutada ano passado, ao tocar em um fio, em Copacabana.
